Ausência de fala não significa ausência de possibilidade de alfabetização
“Effects of Instruction With the Accessible Literacy Learning App on Three Literacy Skills for Children Who Use Augmentative and Alternative Communication”
- Autores
- Salena Babb e Jessica G. Caron.
- Periódico
- American Journal of Speech-Language Pathology.
- Publicação
- 10 de março de 2026.
- Referência
- Volume 35, número 2, páginas 431–447.
O que a pesquisa investigou
O estudo investigou os efeitos de uma intervenção utilizando o aplicativo Accessible Literacy Learning — ALL — no desenvolvimento de três habilidades iniciais de alfabetização: combinação de sons, decodificação e palavras de alta frequência.
Participaram quatro crianças com fala mínima ou ausente que utilizavam CAA de alta tecnologia.
A intervenção foi realizada por familiares previamente treinados.
Por que isso importa para o professor?
A ausência ou limitação da fala não deve ser interpretada automaticamente como ausência de capacidade para desenvolver habilidades relacionadas à leitura e à escrita.
Também precisamos observar como o estudante poderá demonstrar aquilo que está aprendendo.
Uma atividade de alfabetização pode permitir respostas por diferentes meios, de acordo com as necessidades e formas de acesso do estudante.
Fonte original
DOI: https://doi.org/10.1044/2025_AJSLP-25-00218
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Novos materiais de alfabetização inclusiva poderão ser relacionados a esta pesquisa em futuras atualizações.
