CAA é mais do que pedir: comunicação também é produzir linguagem
“Augmentative and Alternative Communication Generative Language Intervention: A Randomized Controlled Trial”
- Autores
- Cathy Binger, Nancy Harrington, Debbie L. Hahs-Vaughn e Jennifer Kent-Walsh.
- Periódico
- Journal of Speech, Language, and Hearing Research.
- Publicação
- 10 de junho de 2026.
- Referência
- Volume 69, número 6, páginas 2654–2678.
O que a pesquisa investigou
O estudo avaliou uma intervenção chamada AAC Generative Language Intervention — AAC-GLI.
A pesquisa parte de uma questão importante: intervenções de CAA frequentemente concentram-se em habilidades comunicativas iniciais, como fazer pedidos, ou na aquisição de vocabulário.
Os pesquisadores investigaram uma intervenção destinada a ampliar aspectos da linguagem expressiva auxiliada.
Participaram 40 crianças que necessitavam de CAA.
O que foi encontrado
As crianças que participaram da intervenção apresentaram resultados superiores na medida utilizada pelos pesquisadores para avaliar crescimento da linguagem expressiva auxiliada quando comparadas à condição controle.
Por que isso importa para o professor?
CAA não deve servir somente para: “Quero água.”, “Quero ir ao banheiro.” ou “Quero esse objeto.”
A comunicação também precisa possibilitar:
- comentar
- perguntar
- contar
- descrever
- compartilhar ideias
- participar de uma atividade
- construir enunciados
- interagir com outras pessoas
Fonte original
DOI: https://doi.org/10.1044/2026_JSLHR-25-00516
